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GG

por Clementine Tangerina, em 30.06.09

É a noticia da semana...pois é os meninos de Gossip já voltaram a gravar a nova season! Ahhhhhhh que bommmm!!! Está quase...está quase ( ou não!)!!! :D

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...

por Clementine Tangerina, em 30.06.09

O verão trás com ele o calor, o sol, as peles bronzeadas e os bikinis cada vez mais pequenos. Verão que se preze obriga-nos a já estarmos morenas ainda o mês de Agosto não começou, obriga-nos a usarmos as sandaluchas mais frescas que temos no armário, a tirar as saias mais leves e os tops que compramos especialmente para o calor.
Mas há pessoas que não se dão bem com o sol, umas por alergias e outras porque não gostam do ritual de ficar especado ao sol feito caracol. E aos olhos dos outros, essas pessoas não são normais, é verdade. Existe sempre uma pergunta que é comum a todas essas pessoas "...mas porque é que não gostas de sol ? não compreendo...há lá coisa melhor que o sol ?!"
Eu confesso adoro sol, adoro a energia que o sol nos passa e o ritual de estar entre amigos na praia. Mas não me aguento o dia todo ao sol. Gosto de ter o meu chapelinho de sol e estar descansadinha à sombra a ler um belo livro enquanto os outros se divertem ao sol.
Confesso que não era capaz de viver longe do sol, não me imagino a viver numa Suécia, onde o sol não é predominante nas suas estações do ano.
Adoro o sol, adoro o verão mas também confesso que no final de Agosto já me sabe bem vestir um casaco quente e usar sapatos fechados.

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Descanso....

por Clementine Tangerina, em 28.06.09
E finalmente dei por aberta a minha época balnear. Foi num mar especial, num mar que é só meu e dos que gosto. É um mar especial...um local especial. Lá tudo parece perfeito. O descanso, a natureza, o silêncio e o mar. Adormeci e acordei a ouvir o mar, com a luz da manhã o acordar foi mais fácil que o habitual. É bom voltar e vamos voltar!

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por Clementine Tangerina, em 28.06.09



Uma pessoa passa 2 dias sem vir à net e descobre que o assunto de quase todos os blogs nos últimos dias é o mesmo...a morte do senhor Jackson!

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Fugas Descaradas...

por Clementine Tangerina, em 25.06.09

Era considerada por todos uma mulher simpática, inteligente mas reservada. Não se dava logo quando conhecia alguém, para ela a confiança era algo que tinha que ser conquistado e alimentado, caso contrario não os considerava amigos.
Para sua casa só convidava pessoas que eram realmente amigas, e por vezes isso provocava alguns conflitos com os amigos porque lhe diziam que ela tinha que mudar, que assim não conseguiria fazer novas amizades. E ela com ar de pouco preocupada dizia-lhes sempre o mesmo «tenho-vos não preciso de mais ninguém...já me bastam vocês para me atormentarem o juízo...».
Tinha dito algumas desilusões nos últimos anos e por esse facto acabou por se tornar mais reservada. Fazia questão em não recordar as histórias passadas e evitava cruzar-se com as pessoas que considerava estar na sua lista negra.
Em miúda tinha a mania de mudar de passeio, quando se cruzava com alguém que não queria cumprimentar, agora já adulta usava a técnica do chapéu de chuva ( quando chovia) e dos óculos de sol.
O seu querido chapéu de chuva já lhe tinha safado de alguns situações desagradáveis, ex-namorados rodeados dos filhos, amigas que a traíram, casos mal resolvidos. Para todas essas situações tinha sempre o seu chapéu que evitava sempre o contacto visual, baixando a cabeça sempre que havia uma situação perigosa por perto.
Num desses episódios, encontrava-se Júlia, uma amiga de infância de Ana. Júlia ficou espantada com o jeito para fingir que não conhecia as pessoas por quem passava.
- Tu és incrível, finges com uma subtileza incrível. - sussurrou-lhe a amiga
- Ahhh? Estás a falar de quê ? Não estou a perceber - Fazendo-se de parva
- Ohhh que ingénua que você é...eu vi o Francisco a passar com os filhos e tu também viste...
- Qual Francisco ? Não me escondi de ninguém...
- Ainda sentes alguma coisa por ele ? Aiii não posso...tu ainda ficas mexida quando o vês!
- Cala-te, és ridícula... eu com saudades daquele anormal...pleasse...era o que mais me faltava! Podemos continuar ? Não quero chegar atrasada ao almoço.

Ana vivia frequentemente episódios deste género, os amigos chamavam-na à razão e ela sempre a desmentir. Já fazia parte do seu dia a dia. Cruzava-se infelizmente com muita frequência com algumas personagens da sua vida passada que preferia evitar.
Um dos episódios mais caricatos foi passado com um amigo especial com quem andava a sair. Depois de terem passado a noite juntos, foram tomar o pequeno-almoço a um café perto da casa dela. Ao entrarem Ana afastou-se do rapaz e foi cumprimentar um casal:
- Olá Ana, está tudo bem ? - Perguntou uma senhora
- Está tudo bem obrigado e com os senhores ? - Questionou educadamente Ana
- Estamos óptimos...felizmente! Então namorado novo?
- Não, é apenas um colega de trabalho! - Mentiu descaradamente, tentado fugir da situação.
A conversa foi de circunstancia e ela despediu-se formalmente dos senhores e voltou para a mesa onde o rapaz a esperava.
- Então alguém conhecido ?
- Sim! - respondeu friamente
- Parecem simpáticos!
-São.
- Estás a esconder alguma coisa ?
- Não, eram os pais do Manel...
- Manuel ? Aquele Manel...com quem estiveste noiva ?
- Sim...
-Ahhhh bonito...é sempre bom encontrarmos os ex-sogros!

É claro que tanto para ele como para ela o pequeno-almoço já não foi saboreado da mesma maneira. Apressaram-se para sair dali o mais rapidamente possível, sem falar mais do assunto.
Naquele instante só teve vontade de ter o seu chapéu de chuva para se esconder.
«As vezes só me apetecia ir viver para a província e assim evitar estas cenas» falou para si em voz alta depois de se ter despedido do amigo.
Estava a tentar entrar no prédio quando foi surpreendida com uma voz que lhe era familiar atrás de si. Não podia ser a pessoa que estava a imaginar, não podia mesmo. Antes de se virar fechou os olhos e não quis visualizar aquela pessoa. Mas talvez estivesse enganada.


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A Caixa

por Clementine Tangerina, em 24.06.09








(...) Depois do vinho, das peonias e das sms's não haviam dúvidas para ela que aquilo só podia ser de alguém que a conhecia muito bem.
Tomou coragem e pegou no telemóvel para ligar ao número de telefone que lhe tinha andado a enviar as ditas sms's.
Chamou, chamou nada, ninguém atendia. Começou a ficar furiosa, com toda aquela situação. Tinha que fazer alguma coisa, não podia passar daquele dia.
Insistiu novamente, mas sem ter esperança que atendessem.
- Olá Rita curiosa....
- Estou a falar com quem ?
- Calma Ritinha, calma!
- Olhe calma estou eu, quero é resolver de vez toda esta situação!
- Oh Rita diga lá que não está a gostar ? Você até gosta de mistérios e de desafios...este foi apenas mais um!
- De onde é que me conhece para achar que me conhece assim tão bem?
- Se lhe revelasse iria estar a estragar o encanto desta conversa.
- Olhe não tenho muita paciência para estes joguinhos, ou me diz quem fala ou então serei obrigada a desligar.
- Tenha calma Rita, calma!

Entretanto a campainha de Rita tocou, foi até à porta enquanto falava ao telefone com o desconhecido.
Abriu a porta e percebeu que não estava lá ninguém, apenas uma caixa quadrada. Puxou a caixa para casa e continuo ao telefone.
- Então recebeu uma encomenda ?
- Como é que sabe ?
- Que falta de imaginação....faça um esforço e pense...
- Olhe não vou abrir, vou deixa-la onde estava e se quiser vir buscar venha.
- Não é preciso reagir assim, a resposta a todas as suas perguntas está dentro da caixa.
- É preciso ter lata, realmente!
- Não estou a perceber...lata porquê? Estou a ajuda-la a descobrir o tal mistério que julga existir e que não existe!

E a chamada caiu, o desconhecido desligou deixando Rita a pensar no que haveria de fazer. Ou abria a caixa e descobria todo o mistério, ou então podia também optar por ignorar tudo e arriscava-se a que os telefonemas continuassem e as entregas de presentes também.
Pensou, pensou e decidiu que iria abrir a caixa.
Pousou-a no chão da sala e colocou-a entre as pernas. Foi buscar uma tesoura e começou a cortar a fita-cola. De lá de dentro sobressaia um tecido cor de rosa que não dava para perceber à primeira o que seria.
Retirou tudo da caixa e percebeu que era um casaco, precisamente aquele que tinha há muito desejado comprar, mas que nunca o tinha feito por achar demasiado caro. Dentro de uma sacola de cetim branco vinham um vestido preto e uns sapatos a condizer. Procurou ainda dentro da caixa se existia algum bilhete, algo que pudesse identificar quem lhe tinha oferecido o casaco. Não era tarefa fácil adivinhar quem seria, pois durante meses, passou pela loja com diversos amigos e podia ser qualquer um. Fazia questão de lá passar para saber se ainda existia algum para mais tarde comprar.
A dúvida permaneceu, na caixa não existia nenhum bilhete, nenhum sinal. (...)



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Desafio...

por Clementine Tangerina, em 23.06.09

Muitos foram os emails e os comentários a pedir para dar "voz" à criatividade dos leitores(as) e por isso aqui vai...! O desafio é o seguinte...escolham a histórias que mais vos cativou e escrevam a continuação das mesmas. Atenção que há historias que tem sido continuadas por mim mas tem títulos diferentes ( os nomes das personagens mantém-se iguais por isso é fácil identificar!)!
Podem enviar a continuação da história por email, ( que se encontra publicitado no fim do blog) publicarei as vossas histórias e posteriormente vou escolher a minha preferida e dar seguimento à história. Por isso façam favor de deixar a história em aberto, de modo a que eu possa continuar! Quanto a deadlines, para as histórias que já foram publicadas há mais de uma semana, o envio é até 6ª feira, mas historias que foram ou vão ser publicadas esta semana, podem ser enviadas até dia 3 de Julho!
Enjoy!

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Será ?

por Clementine Tangerina, em 23.06.09

(...)
Andou horas e horas a pensar nas histórias que tinha vivido com Miguel, e o porque de tudo ter terminado tão rápido.
Pensou nos acontecimentos daquela tarde, e começou a procurar nos papeis antigos, a ver se conseguia encontrar o número de telemóvel dele.
Procurou, encontrou a tal agenda que sabia que tinham alguns contactos antigos e descobriu o número dele.
Sentou-se tranquilamente no sofá, cruzou as pernas e marcou o número:
- Estou! - disse do outro lado do telefone
- Estou, boa noite, será possível falar com o Miguel ? - Perguntou Gisela percebendo que não era ele.
- Ahh este já não é o número do Engenheiro, ele agora tem número de telefone confidencial!
- Mas era muito urgente, sou uma amiga de infância, precisava mesmo de falar com ele.
- Lamento minha querida, mas não posso mesmo ajuda-la!
- Ohh que chatice, demorei tanto a encontrar o número e agora não dá em nada.
- Se desejar posso ficar com o seu contacto e peço-lhe para lhe ligar assim que seja possível. Concorda ?
- Mas é claro, que concordo.

Gisela lá deixou o número de telefone e ficou durante horas e hora a olhar para o telemóvel na esperança que ele lhe ligasse. E nada.
Desistiu de conseguir falar com ele e agarrou-se ao computador onde lhe esperava muito trabalho atrasado.
Descarregou os emails e para sua surpresa Miguel tinha-lhe escrito.
" Gisela, não sei qual foi o teu objectivo ao ligares para mim, mas só posso prever que estejas arrependida da figura ridícula que vens a fazer nos últimos dias. Mais do que tudo sempre fui teu amigo, esquece o que se passou e pensa que apesar de termos sido o que fomos éramos amigos. Havia uma relação de confiança e amizade que sempre permaneceu entre nós. E por esse facto, não percebi a tua agressividade nestes últimos dias. Estive a reflectir e acho por bem nos afastarmos, a Maria está para chegar do hospital e não quero maça-la com fantasmas antigos.
Até breve!"


Gisela ficou perplexa com o email e a lata de Miguel falando até para si própria " ...mas desde quando é que eu sou um fantasma ? Desde quanto é que existia uma relação de confiança entre nós? depois de tudo o que me fizeste é claro que não há confiança nenhuma! Get a life.....raios mas porquê, porque é que me apareceste assim de repente e agora pensas "tá tudo bem"! Vai pró raio que te parta...vai morrer longe...era o que mais me faltava.".
Foi até ao quarto de banho, e refrescou a face, sentia-se esgotada, era muita coisa ao mesmo tempo, e ela sem espaço para respirar.
Decidiu responder-lhe ao email com o que tinha acabo de dizer para si própria...eram as palavras, segundo ela, que o fariam de certeza nunca mais dar sinal de vida e o de certeza que ele iria afastar-se para sempre!
Passou a noite em claro a pensar na troca de emails, se tinha agido correctamente mais uma vez, se tinha sido sensata e chegou à conclusão que definitivamente tinha sido o melhor a fazer.
Levantou-se com umas enormes olheiras como já esperava, tomou um duche rápido, enrolou-se no robe e tentou disfarçar com o corrector as olheiras que estavam mais profundas que nunca. Olhou-se ao espelho e disse " bem, o que vale é que este produto faz milagres, parece que dormi um dia inteiro...bem dito sejam as modernices da cosmética". Passou rapidamente pelo frigorífico bebeu um copo de sumo de laranja e tirou uma maça da fruteira e apressada rumou para mais um dia de trabalho.
Deu os bons dias ao senhor Aníbal, subiu no elevador com uma colega de gabinete e deixou cair a pasta mal entrou no seu escritório.
- O que fazes aqui ? - perguntou Gisela.
- Não gosto de situações mal resolvidas, e já me conheces muito bem para saberes disso! - Disse-lhe Miguel
- Olha vou ter um dia ocupado, como sabes tenho uma apresentação para fazer e tenho que finalizar hoje! - Tentou convence-lo Gisela.
- Lamento, mas nada me vai fazer sair daqui sem que as coisas se resolvam entre nós - Disse-lhe convicto
- Diz, e sê rápido! - Respondeu-lhe friamente Gisela
- Só quero que saibas que quando há uns anos te deixei tinha uma explicação, se bem te lembras eu já namorava com a Maria há muitos anos e tu apareceste numa altura que me sentia com dúvidas sobre a relação que tinha com ela, por um lado ela dava-me muita estabilidade mas por outro a nossa relação estava a tornar-se rotineira.
- Estabilidade ? Só se for financeira... - Provocou-o Gisela
- É claro que também foi financeira, como te recordas, não passava de um puto que queria vencer na vida, queria sair do campo e vir para a cidade, queria ser alguém, o meu sonho era ser tratado por engenheiro. E isso quer queiramos quer não só podia conseguir com a ajuda da Maria e do pai dela que sempre me considerou um filho. Não podia deixar para trás um sonho e fugir contigo, não podia. Havia muita coisa em jogo e isso era importante para mim.
- Queres dizer então que eu não fui importante para ti ?
- É claro que foste, caso contrario não estava aqui hoje, não tinha vindo falar contigo hà uns dias. A Maria sempre soube de ti, nunca soube ao certo quem tu eras e de onde tinhas vindo, mas sabia que tinha existido uma mulher na minha vida que me tinha deixado marcas para sempre. Como estava a dizer, com a ajuda do pai da Maria fui para a faculdade, e depois estive três anos a fazer um mestrado nos Estados Unidos e a Maria sempre que podia ia ter comigo. Vivemos praticamente uma relação afastada durante esse período, só estávamos juntos de tempos a tempos. O meu objectivo sempre foi regressar a Portugal e terminar tudo com ela, queria começar a trabalhar e pagar todos os gastos que tinham sido pagos pela sua família para não ficar a dever nada a ninguém. Mas infelizmente a Maria surpreendeu-me e quando regressei a Portugal ela já tinha tudo marcado, umas semanas depois era o nosso casamento. Na cabeça dela e da sua família fazia sentido, já namorávamos há mais de seis anos e aquele era o momento certo. Foram as semanas mais difíceis da minha vida, a minha eterna dúvida se continuava com ela ou se acabava com aquele teatro todo.
- Então e porque é que então casaste se não querias?
- Porque a Maria entretanto engravidou, parece que uma das vezes que ela foi ter comigo engravidou.
- Não sabia que tinhas filhos.
- Calma já chego lá. (...)

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Boas...

por Clementine Tangerina, em 22.06.09



Afinal as boas noticias também chegam à segunda-feira! Weeeeeeeeeeeeeeeeee!!!



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A cidade...

por Clementine Tangerina, em 22.06.09
Eu adoro Lisboa ao fim de semana, consegue-se chegar a todo o lado num pulinho. Consegue-se estacionar sem perder uma hora, e consegue-se aproveitar o que de melhor há por cá!
Este fim de semana, regressamos à Gulbenkian para um almoço apetitoso e muito calorento. O desejo era rumar até ao "Santini" em Cascais, mas com o calor era certo e sabido que íamos demorar uma eternidade a chegar até lá, por isso rumamos até a uma gelataria na expo e soube tão bem!! Para terminar o dia, brincadeiras até as tantas com os sobrinhos que nos deixaram completamente de rastos! Mas temos mesmo que repetir!

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