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A culpa é do medicamento...

por Clementine Tangerina, em 16.12.14

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Hoje foi dia de rumar até a loja do cidadão para fazer o cartão de cidadão do príncipe S. Tiramos a senha prioritária, esperamos, o príncipe dormiu quase todo o tempo até que tive de o acordar para tirar a foto da praxe. Foi para o colo da funcionária que já dizia que o levava para casa foi só espalhar charme entre gargalhadas e sorrisos. Tratamos de tudo e reparei que ele tinha uma valente cagada ( desculpem o termo mas era mesmo grande). Vai de procurar berçário. Sobe elevador, desce elevador." Há a única é na estrada principal e é na dos deficientes". Sem problema pensamos nós. Lá fomos, entre mesas de atendimento lá estava o dito wc. A porta nao trancava, mas por nós até aquele momento não se revelava necessário. Eis se não quando estava eu em plena limpeza do baby ( já havia colans, pernas e sei lá mais o quê sujo...) entra uma senhora ( dos seus 70 anos) e questiona "ahhhh?! Não posso entrar pois não?". Eu e o J. Não tivemos reacção, e a Senhora acabou por fechar a porta. A senhora lá continuou do lado de fora, falava falava ( e nós sem perceber...) quando decidiu abrir a porta (sem bater, pois claro!) e dizer "vai demorar? É que tenho pressa...tomei um medicamento..." e mais não a deixei falar. Respirei fundo e muito convictamente disse-lhe "isto também é um fraldario por isso tem que aguardar." desatamos a rir e acabamos por chegar à conclusão que só connosco é que se passam cenas destas! Ohhh gente louca!

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2 comentários

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De Tatiana a 13.04.2015 às 06:15

Olá! A senhora se calhar toma algum diurético devido a problemas de coração/rins.
Às vezes é complicado avaliar as situações por isso o julgar é ingrato.
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De BCrasy a 14.07.2015 às 22:56

Adoro crianças! Felizes as 'gratuitas' que só têm que ver com amor e não com alienações ou interesses. Há bebés que valem melhorias de status, carros, apartamentos, empregos, etc.. Depois há que ter quem fique com "o miúdo", leve "o miúdo" à praia, deixe tempo para ir cultivando 'o resto' enquanto " o miúdo" cresce e se arranja tempo para as indispensáveis palavras de amor e saudade. Quanto vale uma criança destas sem o saber!

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