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Leve Leve...

por Clementine Tangerina, em 22.04.09

O dia de ontem ( e hoje vai pelo mesmo caminho, mas já lá vamos!) prometia ser típico de quem está doente...ver televisão até não ter posição no sofá (certíssimo, aconteceu-me!). Mas ao contrario do que as minhas leitoras julgaram, não passei o dia a ver series...toquem os sinos, porque não vi nem um único episódio de numa das minhas series preferidas...mas em contrapartida vi um filmezinho...apetecia-me algo leve, que não fizesse pensar muito, e que ainda me fizesse rir (sim, porque segundo a Mariazinha, o riso ajuda a combater as gripes!)! Tomei uma banhoca, troquei de roupa e preparei-me para o ver.
"New in town" foi o escolhido, Lucy Hill (Renée Zellweger)é uma poderosa executiva de Miami, apaixonada pela carreira e principalmente pelo estilo de vida que leva na grande cidade - roupas, sapatos, carros do mais caro que possa existir e claro não esquecer belos homens. É quando ela é enviada para uma pequena cidade no meio do nada, no estado de Minnesota, para gerir uma empresa, que a sua vida se complica. Recebida com muita frieza por parte da população, Lucy pensa em desistir e regressar a Miami, mas aos poucos a sua simpatia vai fazendo novos amigos e inclusive o sindicalista local Ted Mitchell (Harry Connick Jr. - esse grande senhor do Jazz!)!
E foi assim que se passou...um filme light Q.B, mas que deu para rir em alguns momentos, e por pouco julguei estar a ver a Briget e não a Lucy!
Hoje mais um dia em casa...parece que ainda não estou totalmente pronta para outra. A entidade patronal é que não deve achar piada, mas são coisas da vida. Primeiro a nossa saudinha e depois, o trabalho.

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...e o que temos em comum?

por Clementine Tangerina, em 21.04.09



Não, não é o Álcool, nem os desamores, não é a paixão avassaladora por Celine Dion...o que tenho mesmo em comum com a Briget é que passei a noite de pijaminha no sofá, passarei o dia e vamos lá ver o amanhã! Ahhh substitui o álcool por cházinho e muitos lencinho de papel! Ah pois é, queria sol e calor...pimbaa...já cantava o senhor variações "...quando a cabeça não tem juízo..."! Prometi a mim mesma, não fazer este tipo de cenas, pois apesar de já estar cansada do sofá há formas mais divertidas de passar o tempo!

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Afinal Ser Simpático Não Custa Assim Tanto...

por Clementine Tangerina, em 20.04.09

Hoje foi mais um dia passado em salas de espera de entidades públicas, licenças para aqui, direitos de autor para ali e lá se passou parte da manhã e da tarde.
Para meu espanto, em todos os sitios por onde passei hoje, foram todos de uma simpátia extrema...inclusivé o segurança lembrava-se de mim de ter lá estado na 4ª feira passada:
Ele: Então por cá outra vez? Faltou algum documento?
Eu: Não está tudo bem, venho só pedir outra autorização!
Ele: Ahhh muito bem!
Lá fui atendida num instantinho (coisa rara em serviços públicos) e no fim fui surpreendida com um aperto de mão do senhor que rematou com :
Ele : Adeus amiga até à próxima!
No serviço seguinte, o funcionário também se despediu com um "Até breve, prazer em vê-la!", foi sem dúvida engraçado!
Afinal nem todos os funcionários são mal educados ( Pini escusas de falar... porque sei que vais defender a tua classe!) e pelo que vi hoje são senhores bem simpáticos e amiguinhos. Ahhhhh e hoje é Segunda-Feira aquele dia "não"!

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Perder...

por Clementine Tangerina, em 19.04.09
Há algum objecto(s) que tenham medo de perder ?
Algo de valor sentimental que vos iria custar nunca mais ver?


Eu confesso que sim, já por diversas vezes me deu vontade de chorar, por pensar que tinha perdido os meus dois anéis de sempre, e que me acompanham ( juntos) há 8 meses. Um anel ( que acho estilo rainha) que os meus pais me ofereceram pelos meus 25 anos, e claro o anel de casamento, que tem obviamente um valor simbólico.

O primeiro grande susto foi mal cheguei de lua de mel...tinha ido ao Ikea fazer umas compras e meti os anéis no banco do carro. Com a pressa de ir p'ra casa, nunca mais me lembrei, só quando cheguei a casa...resultado à noite quando fui para ir ter com uns amigos procurei procurei no carro e nada...já eu pensava que me tinha levantado e os anéis tinham caído...andei às voltas com uma lanterna, de cu para o ar e nada! Lá comecei (com a ajuda da flor e do J.) a abanar o banco e Plimmmmmmm caiu o anel de casamento...ufffa foi um alivio...dias depois a minha mãe felizmente encontrou o outro!

Hoje voltei a ficar mal disposta (Simmm meu querido J. foi por isso que estava de mau humor...)porque sai de casa sem os meus anéis...não sabia onde os tinha colocado...só fiquei descansada quando regressei a casa e os procurei...estavam num casaco :*)!

Que me tenha servido de lição, porque qualquer dia morro do coração à conta disto!

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Sons de Sábado...

por Clementine Tangerina, em 18.04.09



O mais recente álbum da magnifica Sara Tavares chama-se «Xinti», que vem suceder a «Balancé». O álbum só será editado a 4 de Maio, mas aqui fica um cheirinho deste single que é maravilhoso!



Bommmmmm Sábado!


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Eu sei, "abril àguas Mil..."

por Clementine Tangerina, em 17.04.09





Mas não me conformo com este tempo miserável e triste. Oh senhores é sexta-feira, devia estar um dia iluminado de sol e um calorzinho de 30º que nos obrigava a deixar os casacos e as meias em casa. Que nos fazia correr para a esplanada mais perto, e não nos deixava resistir a um bom cornetto de morango. Era bom, era!

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GINGKO

por Clementine Tangerina, em 16.04.09

GINGKO é uma publicação mensal, de Welness, que incentiva as pessoas a encontrarem o equilibrio - pessoal, profissional e ambiental. É uma revista baseada por casos reais com fotos reais. É uma revista inspiradora que pretende criar uma intimidade próxima com os leitores. Distribuída gratuitamente com o jornal SOL e posteriormente vendida por três euros...

Alguns dos seus compromissos são:
- "a" revista do equilíbrio e da sustentabilidade - pessoal, profissional e ambiental.
- Fazer uma guerra mensal contra a multidão publicitária do terror, do pessimismo, do derrotismo. Contar histórias positivas e inspiradoras.
- Ter uma enorme disponibilidade para o novo e ser uma revista obcecadamente curiosa. Ter uma curiosidade infatigável. Por tudo.
- Sair da redacção. Boas histórias não vêm até nós - e não moram no fim do corredor do escritório.
- Construir uma equipa - de jornalistas, fotógrafos, designers, ilustradores e comerciais - que faça uma busca incansável por histórias inéditas, nunca antes contadas.
- Ter um design cuidado e preocupação extrema com a fotografia. Se não formos esteticamente estimulantes e funcionalmente eficientes, desapareceremos na multidão.
- Grande cuidado com a escrita. Acreditamos que a escrita serve para se deixar um traço. Escreve-se por pensar que esse traço pode despertar no outro qualquer emoção, qualquer perplexidade, qualquer ensinamento. Queremos que os leitores se sintam abraçados.
- Aceitar responsabilidades. A maior de todas: tornar o mundo um lugar melhor para todos, criando auto-estima, equilíbrio, prosperidade e capacidade de fazer escolhas. Qualidade é um parâmetro pelo qual se excede as expectativas. Qualidade diz respeito a padrões. É simples: queremos definir altos padrões e depois excedê-los.
- Transformar o controlo de qualidade num objecto de desejo. Para nós, nada nunca está perfeito.
Por tudo isto e mais alguns vale a pena visitar o site e folhear a revista!

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Episódios do dia a dia

por Clementine Tangerina, em 15.04.09

Há pessoas que se cruzam na nossa vida, que por muita bagagem que tenhamos, não as suportamos. Ou porque não vamos com a cara delas ou porque nos fizeram algo e por isso não sejam as pessoas que nos apetece cruzar.
A chefe hoje pediu-me para ir tratar de umas autorizações aqui para a empresa e por isso lá fui até aos restauradores, aproveitei obviamente para ligar às minhas queridas amigas para revivermos o tempo em que almoçávamos juntas todo santo dia.
Despachei-me cedo das burocracias e rumei até à loja de decoração mais próxima para ver as novidades e fazer tempo para ir ter com elas.
Com tanta loja em Lisboa, tinha que entrar na mesma hora, e no mesmo minuto com uma ex-chefe. Mal entrei na loja comecei ao ouvir uma voz familiar, pensei cá para os meus botões:
- Estás a sonhar, desliga...foi impressão tua...não pode ser ela...é claro que não é...
Até que de repente comecei a perceber o Conteúdo da conversa (trabalho!) e percebi.
-...é mesmo a fulaninha...que sorte a minha...o que faço agora...vou-me embora já da loja ou simplesmente tento não me cruzar com ela...parece que ela me anda a seguir...lá terei que me meter de costas, não me apetece vê-la!
Vi o que queria, andei por toda a loja a tentar evitar a dita senhora...mas depois pensei para mim mesma
- ...porque é que não a posso cumprimentar não me vai comer com certeza...que seja, se ela me vir digo-lhe "olá" e sigo viagem.
Fui para a caixa pagar e eis que a senhora se encaminha na minha direcção.
eu : Olá, tá boa?
ela : ....( ficando a olhar para mim, estilo "deixa-me ver se te conheço")
eu: oh caxuxa ( nome fictício para a personagem) inadmissível...não me diga que não sabe quem sou?
ela: Ahhhh a sua cara não me é estranha, mas não estou a ver!
eu: Então..."obmex" (nome fictício também!!!) diz-lhe alguma coisa?
ela: Ahhh claro que sim, como está? não a reconheci...cortou o cabelo? está diferente...
eu: sim cortei é verdade!
ela: ...então onde é que está a trabalhar agora?
(...) e a conversa desenvolveu-se mais 2 segundos, porque a senhora (thanks god!) se enganou no artigo que queria comprar e voltou para trocar, eu aproveitei a deixa e fui embora.
Mas pelo caminho ainda me ri, porque é que será que ex-entidades patronais querem sempre saber onde é que nós estamos a trabalhar, será para ver se fomos para melhor ou para pior? ou será pura preocupação ( duvido!)! Neste caso, a dita senhora é que me despediu sem justa causa, genero " ...hoje é 6ª feira, 2ª já não precisamos de ti...obrigado!" ( recibos verdes, minha gente tem destas coisas...! E por isso digamos que ela não era propriamente a pessoa com que gostasse de me cruzar num dia cinzento como o de hoje. Mas enfim...
E assim acontece!

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8

por Clementine Tangerina, em 15.04.09

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Amar & Amar

por Clementine Tangerina, em 14.04.09




Há diversas formas de amar, e diferentes formas de se gostar.
Com o passar dos anos, percebi que há amores diferentes, o amor incondicional que sinto pelos meus amigos e pela minha familia, que me acompanham e me apoiam nos melhores e nos piores momentos fazem que já não me consiga imaginar sem eles, sem os seus sorrisos, as gargalhadas espontâneas, os abraços nos momentos certos.
Depois há aqueles amores que vão nascendo de um simples email que recebemos de pessoas que nunca vimos mas que de imediato nos fazem querer falar mais e revelar mais sobre nós e sobre a nossa vida. Amores que de dia para dia vão crescendo e tendo a sua importância na nossa vida.
Já o disse e não tenho receio de o dizer, por alguma razão escolhemos os nossos amigos, e aparentemente não escolhemos a nossa família.
Ambos são realmente importantes para a nossa existência, mas às vezes fico chocada com as noticias que leio de actos transloucados de algumas familias. Pergunto-me muitas vezes se não estou a ver um filme porque há comportamentos inesplicaveis, sem sentido. Compreendo que existam comportamentos que vem da vivência dos seus antepassados e dos exemplos que lhes foram dados, mas acho que muitas vezes se esquece o porquê de se ter filhos e de os educar. Amor, parece que é algo que infelizmente não existe em muitas famílias e é triste, porque depois percebemos que vivemos numa sociedade fria e distante, e muitas vezes sem percebermos porque. Uma sociedade que tem medo de revelar o que realmente sente e de demonstrar afectos, que vive focada em si propria e no lado materialistas que todos os dias é alimentado pelas novas tecnologias. Será que se esqueceu que há coisas que não se consegue ver mas que são mais importantes que tudo o resto?

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